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Homenagem a Marília Pêra

santinho luto falecimento modelo 102 digital

 

Usando a imagem acima, foi criada a imagem do santinho digital virtual de luto e falecimento da atriz Marília Pêra:

santinho luto falecimento modelo virtual digital

 

Detalhes técnicos do desenho do santinho de luto.

Fonte do tipo de letra usada no nome da homenageada: Billabong

Fonte do tipo de letra usada na mensagem principal: Franklin Gothic Medium

Texto usado na mensagem principal: Código 293

Alma bondosa e digna de estima, ela despertou em todos que a 
cercavam um carinho que não pode ser esquecido. Sua partida nos
entristece, mas suas lembranças nos consolam. Viverá eternamente na
memória daqueles que a amaram. Senhor acolhe-a em teu reino e daí-
lhe o repouso eterno. Aqueles que amamos nunca morrem, apenas
partem antes que nós.
(Poeta mexicano Juan Crisóstomo Ruiz de Nervo, século 19)

 

Sobre a homenageada

Marília Pêra (1943-2015) foi uma atriz, cantora, produtora e diretora de teatro brasileira.

Marília Marzullo Pêra nasceu no Rio de Janeiro, no dia 22 de janeiro de 1943. Filha dos atores Manuel Pêra e Dinorah Marzullo, ela estreou para o teatro com apenas 19 dias de idade, quando fez um bebê-figurante, em uma peça encenada no Rio.

Marília cresceu frequentando as coxias dos teatros. A partir de 1948, pisou no palco diversas vezes no elenco da companhia de Henriette Morineau.

Em 1962 atuou na peça “Minha Querida Lady”, protagonizada por Bibi Ferreira, quando fez um pequeno papel e participou do grupo de bailarinos.

Em 1963 atuou em “Teu Cabelo Não Nega”, quando interpretou a cantora “Carmen Miranda”.

No final dos anos 60, foi perseguida pelo regime militar por fazer um teatro engajado. Chegou a ser presa durante a apresentação da peça “Roda Viva” (1968) de Chico Buarque.

Marília Pêra era uma atriz completa, interpretava, cantava e dançava. Ao longo de sua carreira encarnou nos palcos cantoras como Dalva de Oliveira, Maria Callas, além de Carmen Miranda.

A lista de papéis no cinema é imensa, foi da prostituta Sueli do Filme “Pixote” (1980), que lhe valeu o “Prêmio Molière” e o ”Prêmio de Melhor Atriz de 1981” da Sociedade Nacional de Críticos de Cinema dos Estados Unidos.

Atuou em “A Lei dos Mais Fracos” (1980), “Anjos da Noite” (1986), “Central do Brasil” (1998), “Vestido de Noiva” (2005), entre outros.

A montagem teatral na qual viveu a estilista francesa Coco Chanel – “mademoiselle Chanel” (2004), Marília foi ovacionada pelo público.

Marília Pêra também foi produtora e dirigiu peças como “A Menina e o Vento” de Maria Clara Machado, “Um Lobo Nada Mau”, “Doce Deleite”, “O Mistério de Irma Vap”, uma comédia que teve Ney Latorraca e Marco Nanini como protagonistas e “Ciúme”, com texto do francês Sacha Guitry.

Foi na televisão que Marília Pêra se tornou conhecida pela maioria dos brasileiros. Em 1965, atuou na novela “A Moreninha”, contracenando com o ator Cláudio Marzo, que fez dela uma mocinha pioneira da TV Globo.

Participou de 29 novelas, entre elas: “Beto Rockfeller” (1968), “Bandeira Dois” (1971), “O Cafona” (1971), “Doce Vampiro” (1972), “Brega e Chique” (1987), “Rainha da Sucata” (1990), “Duas Caras” (2007), “Insensato Coração” (2011) e “Loucos Por Ela” (2012).

A atriz que tinha fama de difícil era capaz de abandonar uma peça por irritação com colegas que não decoravam os textos ou de largar uma produção, como na série “Cinquentinha”, na qual teria julgado seu papel irrelevante.

Família

Marília Pêra tem três filhos – Ricardo Graça Mello, de seu relacionamento com Paulo Graça Mello, e Esperança e Nina Morena, filhas de Nelson Motta, com quem viveu entre 1972 e 1980.

Em 1998, Marília Pêra iniciou seu relacionamento com Bruno Faria, com quem viveu até 2015. Ela faleceu no Rio de Janeiro, no dia 5 de dezembro de 2015.

 


 

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