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Homenagem a Eva Todor

santinho luto falecimento modelo 134 digital

 

Usando a imagem acima, foi criada a imagem do santinho digital virtual de luto e falecimento da Eva Todor:

santinho luto falecimento modelo virtual digital

 

Detalhes técnicos do desenho do santinho de luto.

Fonte do tipo de letra usada no nome da homenageada: English 111 Presto BT

Fonte do tipo de letra usada na mensagem principal: Gloucester MT Extra Condensed

Texto usado na mensagem principal: Código 285

Esta vida é uma estranha hospedaria,
De onde se parte quase sempre às tontas,
Pois nunca as nossas malas estão prontas,
E a nossa conta nunca está em dia.
(poeta brasileiro Mario Quintana)

 

Sobre a homenageada 

Nascida como Eva Fodor na Hungria, Eva começou nos palcos ainda criança, como bailarina da Ópera Real de Budapeste. Por conta das dificuldades financeiras que a Europa enfrentava no período pós-Primeira Guerra, a família Fodor abandonou sua terra natal e emigrou para o Brasil, em 1929. No ano seguinte, Eva, com apenas onze anos, retomou carreira como bailarina, no Rio de Janeiro. Aos 10 começa a estudar dança clássica com Maria Olenewa, no Teatro Municipal. Foi quando adotou o sobrenome artístico de "Todor" no lugar do original Fodor.

Aos 15 anos, em 1934, Eva faz um teste e entra para o Teatro Recreio, estreando como atriz no espetáculo de revista "Há uma forte corrente". No ano de 1940, funda a companhia “Eva e Seus Artistas”. Naturalizou-se brasileira na década de 1940, quando Getúlio Vargas foi ver uma peça no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e ficou encantado. Foi ao camarim e perguntou a Eva Todor: "você quer ser naturalizada?", o que aconteceu em seguida.

No cinema, Eva estreou em “Os Dois Ladrões” (1960). Em 1964 atua em “Pão, Amor e… Totobola”, de Henrique Campos. Mas seria na televisão que Eva Todor viria a se tornar famosa. Foram 21 trabalhos em telenovelas, minisséries e especiais. No gênero, seu papel mais marcante foi o de Kiki Blanche, na novela “Locomotivas” (1977).

Retomou a carreira cinematográfica quase 40 anos depois de seu último filme, protagonizando o delicado curta-metragem “Achados e Perdidos”, de Eduardo Albergaria, como uma mulher que recebe um carta de amor escrita para ela há mais de 50 anos. Em 2007, com 87 anos de idade, lançou seu livro de memórias, intitulado "O Teatro da Minha Vida", escrito por Maria Ângela de Jesus.

Um dos últimos trabalhos na TV foi na novela Caminho das Índias, onde deu vida a divertida e amorosa Dona Cidinha. Foi convidada para reviver a personagem Kiki Blanche na nova versão de Ti Ti Ti. Eva fez a personagem numa participação especial, que fez na novela Locomotivas, em 1977. Por esse tempo, em 31 de agosto de 2010, foi agraciada com a comenda da Ordem do Ipiranga pelo Governo do Estado de São Paulo.

Sua última novela foi em 2012, quando estrelou Salve Jorge! de Glória Perez, onde vivei a fofoqueira Dália, amiga dos personagens de Nivea Maria e Stênio Garcia. Estava afastada da televisão e dos palcos por conta da Doença de Parkinson, que a deixou muito limitada. Sem familiares, vivia reclusa em sua casa, cuidada por enfermeiras.

Com a saúde fragilizada pela idade, Eva se despediu dos palcos dessa vida na manhã do dia 10 de dezembro de 2017, concluindo assim sua história na TV e no cinema.

 


 

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