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Homenagem ao Chico Anysio

santinho luto falecimento modelo 120 paisagem

 

Usando a imagem acima, foi criada a imagem do santinho digital virtual de luto e falecimento do Chico Anysio:

 

santinho luto falecimento modelo virtual digital

 

Detalhes técnicos do desenho do santinho de luto.

Fonte do tipo de letra usada no nome do homenageado: CAC Champagne

Fonte do tipo de letra usada na mensagem principal: Worstveld Sling Extra Medio

Texto usado na mensagem principal: Código 259

Eu estou agora em outro plano. O plano do Reino
Eterno. Sei que deixei muitos amigos na terra mas de
onde estou, estarei sempre olhando para eles.
Lembrem-se de mim como eu era e não deixem o
pesar lhes turvar as vistas por muito tempo, a vida
continua e eu ainda os amo como na Terra os amei.
Eu morro, mas a minha amizade não morre.
Saudades da família e dos amigos.

 

Sobre o homenageado 

Francisco Anysio de Oliveira de Paula Filho, conhecido artisticamente como Chico Anysio, foi um humorista, ator, radialista, produtor, locutor, roteirista, escritor, dublador, apresentador, compositor e pintor brasileiro, notório por seus inúmeros quadros e programas humorísticos na Rede Globo, emissora onde trabalhou por mais de quarenta anos.

Ao dirigir e atuar ao lado de grandes nomes do humor brasileiro no rádio e na televisão, como Paulo Gracindo, Grande Otelo, Costinha, Walter D'Ávila, Jô Soares, Renato Corte Real, Agildo Ribeiro, Ivon Curi, José Vasconcellos e muitos outros, tornou-se o mais famoso, criativo e respeitado humorista da história do Brasil.

Chico também já escreveu, em sua maioria contos:

O Batizado da Vaca – 1972

Neste primeiro livro, Chico Anysio oferece vinte contos ao seu público. Vinte histórias que refletem de maneira descontraída e gostosa, a tragédia e a comédia cotidianas do Rio de Janeiro e São Paulo. O título do livro nasceu graças a um método comum e antigo na literatura: batizar o livro com o nome de um dos contos, nasceu então, o Batizado da Vaca.

O Enterro do Anão – 1973

Um excelente livro de contos ou pequenas histórias narradas em uma linguagem coloquial. São cento e quarenta páginas de um dos maiores trunfos de Chico Anysio: a criação de tipos humanos extraordinários.

É Mentira Terta – 1973

São dezenove “causos” acontecidos ou presenciados por Pantaleão, um brasileiro do nordeste, famoso por suas histórias. O personagem é um velho contador de causos mentirosos e sempre confirmados por sua fiel e submissa companheira, a Terta. Na estrutura de narrativas populares, as histórias espalham-se de boca em boca e ninguém põe a mão no fogo pela veracidade destes causos. Chico Anysio mostra mais a sua maestria na arte de contar histórias.

A Curva do Calombo – 1974

As histórias que compõem este livro de Chico Anysio, ao contrário das três obras anteriores, não têm a pretensão de despertar o riso. Ao contrário, as linhas escritas por Chico deixam reflexões e um pingo de tristeza. Cada conto é um recorte do cotidiano e um pequeno drama contado sem estardalhaço e sem dramalhão, pois o mestre narra tudo mansamente com emoção.

Teje Preso – 1975

Chico Anysio conta dez casos nordestinos em que o alegre se mistura com o patético, correndo do melancólico para o surpreendente, sem pressa, como se fosse numa roda de amigos, em que o leitor se integra como um deles. A partir daí veremos como se sofre por causa de um sapato apertado, o “padre” passa o conto do vigário, o Zarzur que não gostava do mar e os moradores de Capivali e de Querem que tinham uma rivalidade maior do que a de Natal e Mossoró e muitas outras histórias. Chico derrama em poesia e humor, a sua visão do cotidiano em uma linguagem simples e com muito humanismo.

Feijoada no Copa – 1976

Chico cria personagens em seus contos com a mesma habilidade de seus tipos dos outros meios de comunicação. Há uma ligação imediata entre o leitor-espectador e o escritor-humorista, ambos com vidas próprias, independentes e brilhantes. Neste sucesso literário, as histórias ligeiras predominam, recolhidas no cotidiano, onde o hábil observador das situações do dia a dia transforma-as em contos engraçados, melancólicos, anedóticos e prende o leitor no prosear simples de conversa de esquina que somente os bons escritores conseguem fazer.

O Tocador de Tuba – 1977

Um livro hilariante acompanhado de tristeza, mas sem intenção moralista ou sociológica, Chico pinta o retrato do homem rural, pobre e miserável. Há dois caminhos: viver a vida com safadeza ou encontrar na morte a vida eterna.

Carapau – 1978

Carapau é uma cidade fictícia no Nordeste. A história gira em torno de João Neves, um velho coronel que ao longo dos anos enriquece-se às custas da miséria da cidade de Carapau. Como chefe político exerce o seu poder através do despotismo e do terror. Ele é casado com a submissa Dona Julinha, tem uma rapariga na cidade e pune com o chicote os assessores que desobedecem as suas ordens e com a castração aqueles que se atrevem a mexer com sua rapariga.

Tem aquela do… – 1978

Com uma capacidade incrível de materializar um gesto com uma palavra ou uma simples frase de um diálogo, Chico Anysio é um ser humano inesquecível. Um homem do palco comum dom único e que nos transporta integralmente de corpo e alma para as páginas deste novo livro. Aqui você verá um Chico escritor da melhor estirpe, um ficcionista de primeira linha dotado de uma alta sensibilidade.

O Telefone Amarelo – 1979

O personagem central dos contos deste livro é Cleofas, um sujeito que ajuda os outros em virtude de suas amizades em todos os cantos do mundo. Os enredos não têm ligação com o tempo ou com a exatidão histórica. São histórias hilariantes e surpreendentes, pois o telefone amarelo pode tocar e do outro lado da linha pode estar Frank ou Cleópatra. Chico surpreende o público com um personagem difícil de explicar, pois a riqueza de detalhes que Cleofas foi construído é característica própria do mestre criador.

O Tiete do Agreste – 1984

O tiete do agreste é Bio, nascido Severino como tantos nordestinos e que resolveu proclamar, a seu modo, a Independência do Nordeste. Da Bahia para cima, surge um novo país, o Brasil-da-Peste, onde (quase) tudo fica diferente: as estações do ano, as malandragens políticas, a moeda nacional, a dívida externa, os programas de TV, as obras públicas. Tudo adaptado à realidade da região, assim como a fome, a seca, a miséria e a esperança que não morre nunca.

Negro Leo – 1985

Como definir o negro Leo? Um bandido, um homem violento e cruel e sem sentimentos? Para os seus conhecidos, amigos, mulheres, companheiros e policiais ele era tudo isso, mas também era mais. Leo também foi um homem generoso, mão-aberta, vítima de exploração e na condição de marginal da sociedade em que vivia, guardava reservas de sensibilidade e de carinho. A soma dos depoimentos sobre a personalidade e a vida de um famoso bandido da Praça Mauá, nos revela um caráter complexo e difícil de resumir em uma frase.

A borboleta cinzenta – 1988

Dentre milhões de borboletas coloridas, houve um tempo em que havia uma borboleta inteiramente cinzenta. Todas as outras tinham asas dos mais lindos tons de vermelho, laranja, roxo, amarelo, azul e dourado. Mas, apenas uma única borboleta era cinzenta. Absolutamente cinzenta.

Sou Francisco – 1991

A trajetória de vida de Chico Anysio, do rádio à televisão, passando pelas experiências em shows, a vida afetiva, os filhos e os amigos é contada em primeira pessoa neste primeiro e único livro biográfico. Aventure-se também nesta real e emocionante história de um dos artistas mais completos que o Brasil já conheceu.

Jesuíno, o Profeta – 1993

Pouco se sabe a respeito de Jesuíno, o Profeta. De certo mesmo há sua voz grave e pausada, que nunca diz uma frase sem propósito. Ele sabe o que foi ensinado pela vida em suas inúmeras andanças e tenta entender e confortar seus irmãos.

O analista – 1996

Chico Anysio mistura inteligentemente ficção e realidade com humor e maestria. A forma caricata e bem-humorada proporciona uma adorável distração e que é muito difícil de interrompê-la. Com um humor cáustico e irreverente, o leitor é levado a pensar sobre as condições de formação e evolução dos psicnalistas e da própria psicanálise.

Como Segurar seu Casamento – 2000

Ninguém melhor que Chico Anysio para dar algumas dicas sobre a melhor maneira de salvar ou manter um casamento. Ele conta histórias que aprendeu através dos erros e que o levaram a terminar cinco casamentos.

O Canalha – 2001

Genival nasceu canalha. Apesar de não ter sido o primeiro e muito menos o único, assim neste Brasil varonil, Genival, muito mais em virtude do seu mais que escabroso talento mui dirigido ao mal feito e mal cheiroso, acabou por se tornar um canalha de primeira. Canalha top de linha, posição que no Brasil se transforma em um privilégio. Dono de uma inteligência invejável e muito digna dos canalhas e só a eles inerente, Genival nunca deixou de odiar ser chamado de Genival. Adorava que o chamassem simplesmente de canalha, uma definição perfeita de sua personalidade.

Salão de Sinuca – 2004

Durante quarenta e um anos de shows foram sete milhões, cento e oitenta e três mil e duzentos minutos em que Chico Anysio criou, pesquisou e contou piadas e mais piadas. Por isso, este livro é um investimento para que você pare alguns minutos da sua vida para rir um pouco. Mas, sem preconceito. Ria mostrando os dentes e quando as lágrimas caírem, não se preocupe, é um bom sinal. É sinal que você está 100% relaxado, feliz e de bem com a vida.

Armazém do Chico – 2005

Sabe aquele tipo de livro que não tem a menor pretensão literária? Muito bem, é esse aqui. Você vai se divertir e curtir histórias incríveis que ao longo da vida foram decorando o nosso armazém. Tem de tudo um pouco: gente famosa, futebol, tênis, namorados, doces, atores, jóqueis, motoristas, enfim, só faltava você. A ideia aqui é não esconder absolutamente nada. De Maranguape até New York pode acreditar que vi, ouvi e vivi, o possível e mais que o possível, tudo muito sincero. E foi pensando na sua descontração, nos seus risos e no alívio da pressão do dia a dia que resolvemos decretar de forma definitiva a abertura do Armazém do Chico. Me considero um privilegiado de ter construído até aqui uma vida agitada, criativa e cheia de graça. Mas, muitas pessoas contribuíram para isso e o meu papel, vivenciando fatos, ouvindo falar de episódios fantásticos e vendo cenas explícitas de inteligência humana, foi de organizar essas histórias e a cada final de dia mandar para os amigos. O dia seguinte era aquela festa, comentários, adendos e riqueza de detalhes que contribuíam para os enredos. E atendendo a pedidos, aí está o primeiro de muitos episódios que o Brasil inteirinho certamente precisava saber. A todos aqueles que participam das histórias, volto a dizer: eu bem que avisei…

Mesa de Boteco – 2005

Entre tantas piadas de português. Chico pensou muito em fazer um livro inteiro somente com elas. Depois pensou melhor e achou que poderia ficar meio maçante de se ler e seria bastante desagradável para os irmãos lusitanos, a quem ele tanto respeita. Não fosse Chico um vascaíno. Aqui há uma terça parte de histórias onde procurou manter os nomes de Manuel e Joaquim, assim como as mulheres todas se chamam Maria. Mas há outras, de outros padrões. Estamos todos sentados à mesa de um boteco, tomando uns chopes e comendo uns tira-gostos, enquanto cada um de nós conta sua e escuta as dos amigos.

3 Casos de Polícia – 2008

Três casos de polícia. Uma sugestiva relação criminal entre ficção e realidade. A trama decorrente do insuspeitado convívio entre hábito e acaso. A trapaça da memória cobrando velhas dívidas. Três relatos, escritos de forma envolvente e sensível, ocorridos em três cidades que, afinal, são a mesma, e em qualquer parte do planeta. E tema – o ambiente delituoso e não propriamente marginal – já anteriormente visitado por Chico Anysio, porém de maneira distinta, ao publicar Negro Léo em 1980. O grande criador de tipos humorísticos inesquecíveis recria histórias de alguma maneira presenciadas por ele mesmo, o que o torna, sob todos os aspectos, ele próprio um verdadeiro caso de polícia.

Fazedores de Histórias – 2010

Não poderia existir um melhor nome para este novo livro do Chico Anysio. No auge da sua maturidade artística, este livro é um apanhado de histórias de um dos mais célebres contadores brasileiros. Encontramos por aqui os melhores contos e outros inéditos. Divirta-se com mais um presente genial de um maiores gênios do humor brasileiro.

O Fim do Mundo é Ali – 2011

O livro reúne mais de quarenta contos que espelham a verve e a compreensão de um dos maiores artistas brasileiros – Chico Anysio. Seja na televisão, no teatro, no rádio ou na literatura, suas histórias são sempre marcadas pela caracterização perfeita de personagens. Em seus contos, Chico desliza entre clichês bem empregados e grand finales arrebatadores, criando uma quase cumplicidade com o leitor. No entanto se engana quem pensa que o humor é a marca principal de sua narrativa, Chico presenteia os leitores com uma prosa abrangente que reflete uma sensibilidade ímpar na arte de reproduzir a genuína brasilidade de sua gente.

A nova versão da Escolinha do Professor Raimundo (2015) é um projeto de Bruno Mazzeo para homenagear seu pai. Além de Mazzeo, outros atores foram convidados para integrar o elenco da nova Escolinha: Marcelo Adnet, Marcos Caruso, Lúcio Mauro Filho, Rodrigo Sant'Anna, Dani Calabresa, Mateus Solano, Betty Gofman, Fernanda Souza, Marcius Melhem, Marco Ricca, Ellen Roche, Fernanda de Freitas, Otávio Muller, Kiko Mascarenhas, Otaviano Costa, Evandro Mesquita, Fabiana Karla, Maria Clara Gueiros e Ângelo Antônio.


 

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