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Simbologia do Touro

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O touro evoca a ideia de irresistível força e arrebatamento. Evoca o macho impetuoso, assim como o terrível Minotauro, guardião do labirinto. É o feroz Rudra, que muge, do Rig Veda, cujo sêmen abundante, no entanto, fertiliza a terra. Isso se aplica à maioria dos touros celestes, notadamente ao Enlil babilônio.

Símbolo da força criadora, o touro representou o Deus El, sob a forma de uma estatueta de bronze destinada a ser presa à extremidade de um bastão ou de uma haste: uma insígnia portátil, semelhante à do Bezerro de Ouro.

Protótipos desses emblemas religiosos remontam ao começo do terceiro milênio antes da nossa era. O culto de El, praticado pelos patriarcas hebraicos, imigrados na Palestina, foi proscrito por Moisés. Mas subsistiu até o reino de Davi, como o provam as estátuas do touro sagrado, influenciadas pela arte egípcia, que remontam a essa data.

Essas estátuas aparecem na palheta do faraó Narmer, no Museu do Cairo, sobre a insígnia de guerra de Mari, na Síria mesopotâmica; também foram encontradas nos planaltos da Anatólia central.

Na tradição grega, os touros indomados simbolizavam o desencadeamento sem freios da violência. São animais consagrados a Poseidon, deus dos oceanos e das tempestades, a Dioniso, deus da virilidade fecunda. "Animal altivo", diz Hesíodo, "de ardor indomável".

É a forma de um touro de resplandecente brancura que Zeus escolhe tomar para seduzir Europa; ele se aproxima tranquilamente da jovem e se deita aos seus pés; ela acaricia o animal e senta-se nas suas costas; é imediatamente arrebatada — o animal se lança aos Céus, atravessa o mar, e desce em Creta, onde eles se unem; e a lenda acrescenta que tiveram três filhos.

O touro, ou, mais geralmente, o bovino, representa os deuses celestes nas religiões indo-mediterrâneas, devido à fecundidade infatigável e anárquica de Urano, deus do Céu, semelhante à sua.

O deus védico Indra também vem na forma de um touro; os deuses que a ele correspondem no Irã e no Oriente Próximo são, ainda, comparados aos carneiros e aos bodes. Todos são "símbolos do espírito macho e combativo", das forças elemen-tares do sangue.

Os hinos védicos celebram a vaca, entendida aqui no sentido simbólico geral de bovino, como uma divindade:

[...] A Vaca dançou sobre o oceano celeste trazendo--nos os versos e as melodias [...]

[...] A Vaca tem como arma o sacrifício e do sacrifício nasceu a inteligência [...]

A Vaca é tudo o que existe, Deus e Homens, Asuras, Manes e Profetas. Ou ainda:

[...] Nela reside a Ordem divina, a Santidade, o Ardor cósmico. Sim, a Vaca dá vida aos Deuses, a Vaca dá vida aos homens.

Ligada ao Ardor cósmico, é o calor que anima todo ser vivo. O touro Indra é a força calorosa e fertilizante. Está ligado ao complexo simbolismo da fecundidade: chifre, Céu, água, raio, chuva etc. Autran observa que, em acadiano, quebrar o chifre é romper a força. Mas, sem ser rompida, essa força pode sublimar-se.

Se o touro é o emblema de Indra, é também o de Shiva. Como tal, é branco, nobre; sua corcova evoca a montanha nevada. Ele representa a energia sexual; mas montar o touro, como faz Shiva, é dominar e transmutar essa energia em vista de sua utilização ióguica e espiritualizante. O touro de Shiva, Nandi, simboliza a justiça e a força. Ele simboliza o Dharma, a ordem cósmica: por essa razão, dizem que é insondável.

O touro védico, Vrishabha, é também o suporte do mundo manifestado, aquele que, do centro imóvel, põe a roda cósmica em movimento. Em virtude dessa analogia, a lenda búdica reivindicará para o seu herói o lugar do touro do Veda.

Diz-se que o touro retira um dos seus cascos da terra ao final de cada uma das quatro eras: quando tiver retirado todos, as bases do mundo serão destruídas.

Entre os sioux, o mesmo papel é atribuído ao bisão primordial. Entre os povos altaicos e nas tradições islâmicas, o touro também pertence ao ciclo de símbolos de suportes da criação, os cosmóforos, como a tartaruga.

Às vezes é colocado entre os suportes superpostos, de baixo para cima: a tartaruga sustenta uma rocha; a rocha sustenta um touro; o touro sustenta a terra etc.

Outros intermediários se introduzem entre esses graus. Em outras civilizações, outros animais, como os elefantes, desempenham esse mesmo papel. No Templo de Salomão (I Reis, 7, 25), doze touros carregam o mar de bronze, destinado a conter a água lustral: "Este repousava sobre doze bois, dos quais três olhavam para o norte, três para o oeste, três para o sul e três para o leste; o Mar se elevava sobre eles e a parte posterior de seus corpos estava voltada para o interior."

Para numerosos povos turco-tártaros, o touro, encarnação das forças ctonianas, sustenta o peso da Terra sobre suas costas ou seus chifres.

O simbolismo do touro também está ligado ao da tempestade, da chuva e da Lua. O touro e o raio logo tornaram-se símbolos conjugados das divindades atmosféricas (desde 2.400 a.C.).

O mugido do touro foi ligado, nas culturas arcaicas, ao furacão e ao trovão (o zunidor ou o Bull-Roarer para os australianos); ambos eram uma epifania da força fecundadora.

O conjunto raio-tempestade-chuva foi por vezes considerado — como, por exemplo, pelos esquimós, pelos boximanes e no Peru — uma hierofania da Lua.

Menghin estabelece uma relação entre a Lua Crescente e as figuras femininas do aurignaciano (com um chifre na mão); os ídolos de tipo bovino, que estão sempre ligados ao culto da Grande Mãe (Lua), são frequentes no neolítico.

O estudo comparado de arte parietal nos últimos estágios do paleolítico (aurignaciano e magdaleniano) realizado por André Leroi-Gourham revela que uma ordem de precedência invariável rege a disposição das figuras animais, tanto em Lascaux e Altamira, quanto nas grutas pintadas da Rússia ou do Cáucaso; e que o lugar central, nessa disposição, sempre é ocupado pelo binário cavalo-touro ou cavalo-bisão.

Podemos imaginar a amplitude dos novos caminhos que essa observação abre para o estudo do pensamento simbólico e de seu papel na gênese da humanidade.

As divindades lunares mediterrâneo-orientais eram representadas sob a forma de um touro e investidas dos atributos taurinos. É assim que o deus da lua de Ur foi qualificado de touro forte e novo do Céu ou touro forte e novo de chifres robustos.

No Egito, a divindade da Lua era o touro das Estrelas. Osíris, deus lunar, foi representado por um touro.

Sin, deus lunar da Mesopotâmia, também tinha a forma de um touro. Vênus tem o seu domicílio noturno no signo de Touro e nele a Lua está em exaltação.

Na Pérsia, a Lua era Gaocithara, conservador do sêmen do touro, pois, segundo o mito antigo, o touro primordial depositou o seu sêmen no astro das noites.

Na Ásia central e na Sibéria, entre os mongóis e os iacutos, encontra-se a crença em um touro aquático, escondido no fundo dos lagos, que muge antes da tempestade. O touro é, portanto, geralmente considerado um animal lunar, relacionado com a noite.

O chifre perfeito de Shiva é a Lua crescente. Essa relação, muito antiga, é comprovada no Egito e na Babilônia.

Contudo, o touro também é atribuído a Mitra, divindade solar, em que ele simboliza o deus morto e ressuscitado; mas então, ele mantém o aspecto lunar da morte.

Em hebreu, a primeira letra do alfabeto, alef, que significa touro, é o "símbolo da Lua na sua primeira semana e, ao mesmo tempo, o signo zodiacal em que se inicia a série de casas lunares".

Muitas letras, hieróglifos e signos têm uma relação simultânea com as fases da Lua e com os chifres do touro, frequentemente comparados à Lua crescente.

Um culto da Ásia Menor, introduzido na Itália no século II da nossa era, acrescenta ao culto metróaco de Cibele uma prática até então desconhecida em Roma: o tauróbolo. Era uma iniciação através de um batismo de sangue. "O devoto que quisesse beneficiar-se dele", escreve Jean Beaujeu, "descia num fosso especialmente escavado para isso e recoberto de um teto cheio de orifícios; em seguida, com um instrumento sagrado degolava-se um touro em cima dele, e o sangue quente escorria através das aberturas sobre todo o seu corpo; aquele que se submetia a essa aspersão sanguinolenta era renatus in aeternum, nascia para uma nova vida para a eternidade; a energia vital do animal, conhecido como o mais vigoroso, assim como o leão, regenerava o corpo e, talvez, a alma do devoto".
O sangue de touro escorrendo sobre o místico devia comunicar-lhe, através de um duplo símbolo, a força biológica do touro, e, sobretudo, o acesso, na sua forma mais elevada, à vida espiritual e imortal.

O culto de Mitra, de origem iraniana, comportava igualmente um sacrifício do touro, de significação análoga, mas dentro de um cenário ritual e doutrinal ligeiramente diferente.

Os exércitos romanos haviam difundido por todo o império o culto de Mitra, deus Salvador, Vencedor invencível, nascido de uma rocha, em 25 de dezembro, após o solstício de inverno, quando os dias voltam a alongar-se, "dia em que se celebrava o renascimento do Sol, Natalis Solis [...].

O ato essencial da vida de Mitra havia sido o sacrifício do touro primitivo, o primeiro ser vivo criado por Ahura-Mazda; depois de tê-lo domado e levado à sua caverna, por ordem do Sol, Mitra degolou-o; do seu sangue, de seu tutano e do seu germe nasceram os vegetais e os animais, a despeito dos esforços da serpente e do escorpião, agentes de Ahriman.

A ascensão de Mitra e a imolação do touro ornam grande número de monumentos mitríacos; as duas cenas", explica Jean Beaujeu, "simbolizam a luta das forças do bem contra os espíritos do mal, luta da qual todos os fiéis devem participar constantemente, com todas as suas forças, e o acesso à morada da luz eterna garantido às almas dos justos pela intercessão todo-poderosa de Mitra".

Ver, como Krappe, no sacrifício mitríaco do touro a penetração do princípio macho no princípio fêmea, do fogo no úmido, do Sol na Lua e assim explicar o simbolismo da fecundidade talvez seja aplicar uma regra de interpretação insuficientemente específica.

Inclusive, o simbolismo que se destaca do culto de Mitra não é tanto este quanto os da alternância cíclica da morte e da ressurreição, assim como da unidade permanente do princípio de vida. A morte é inseparável da vida e o touro apresenta também um lado fúnebre.

Entre os egípcios, o touro que traz entre os chifres um disco solar é, ao mesmo tempo, um símbolo de fecundidade e uma divindade funerária ligada a Osíris e aos seus renascimentos: seu funeral é celebrado em Mênfis com grande pompa, dádivas são trazidas de todos os pontos do Egito, mas, logo depois de sua morte, Ápis renasce dentro de outro invólucro mortal e é reconhecido, no meio das manadas, pela mancha negra na testa, no pescoço e nas costas de seu pelo branco.

Para os tártaros do Altai, o senhor dos Infernos é ora representado num barco negro sem remos, ora montado ao contrário num touro negro. Tem na mão uma serpente ou um machado com forma de Lua. Touros e vacas negras lhe são sacrificados.

Em quase toda a Ásia o touro preto é associado à morte. Na Índia, na Indonésia, existe um costume de cremar os corpos de príncipes dentro de caixões em forma de touro. No Egito, há pinturas mostrando um touro preto levando nas costas o cadáver de Osíris.

Para os celtas, o touro não parece ter tido um valor simbólico exclusivo de virilidade, e não é certo que a sua significação primeira deva ser procurada na dualidade ou na oposição sexual com a vaca.

De fato, na Irlanda, o touro é um objeto de metáforas, sobretudo guerreiras. Um herói ou um rei de grande valor militar é chamado de touro de combate. Por outro lado, o touro é vítima do que se chama na Irlanda o festim do touro, primeira parte do ritual da eleição real, segundo a narrativa de Maladie de Cuchulainn (Enfermidade de Cuchulainn).

O animal é sacrificado, um poeta come a carne, toma o seu caldo até saciar-se, adormece e, em sonho, vê o candidato-rei que deve ser escolhido para a assembleia dos nobres. A segunda parte do ritual (que diz respeito ao rei eleito) tem a sua vítima no cavalo.

Assim, o touro forma um par antitético com o cavalo, mas é tão guerreiro quanto este, e o sacrifício de touros brancos narrado por Plínio a respeito da colheita do agárico é um antigo ritual real, que perdeu toda razão de ser após a conquista romana e o desaparecimento de toda vida política independente.

Porque o touro é, como o cavalo, um animal real: Deiotaros, touro divino. Os tetrarcas gálatas eram assim chamados por serem reis, e não por serem sacerdotes, como já se acreditou erroneamente. Essa conotação remete diretamente ao binário cavalo-touro da arte paleolítica assinalada anteriormente.

O touro é, de fato, um animal primordial.

Na narrativa de Razzia des Vaches de Cooley, em que um touro marrom e um touro branco lutam até a morte, um representa o Ulster, e o outro, Connaught: possuí-los significa possuir a soberania guerreira; tanto assim que ambos possuem voz e inteligência humanas. Nasceram da metamorfose dos dois guardadores de porcos dos reis do sul e do norte da Irlanda, e passaram por diversos estados animais.

Na Gália, a iconografia contém um touro com três grous (prováveis equivalentes dos cisnes insulares) e um touro com três chifres, provavelmente um antigo símbolo guerreiro incompreendido na época galo-romana: o terceiro chifre deve representar o que, na Irlanda, é chamado lon laith, ou Lua do herói, espécie de aura sangrenta que broca do alto da cabeça do herói em estado de excitação guerreira.

Podemos observar, paralelamente, que a palavra bisonte (bisão) sobreviveu no topônimo de Vesontio, antigo nome de Besançon. Há, no touro, todas as ambivalências, todas as ambiguidades.
Água e fogo: é lunar, na medida em que se associa aos ritos da fecundidade; solar pelo fogo do seu sangue e o brilho do seu sêmen.

No túmulo real de Ur, ergue-se um touro de cabeça de ouro (sol e fogo) e maxilar de lápis-lazúli (lua e água). É uraniano e ctoniano.

Os bovídeos, como os canídeos, podem, de fato, aparecer ora como epifanias terrestres ou ctonianas, ora como epifanias uranianas. Geralmente, é a partir de sua cor que o simbolismo se define.

Assim, o boi cinza se apresenta como uma epifania da Terra-fêmea, diante do cavalo branco, que encarna a força celeste masculina, na representação do par Terra-Céu de alguns povos altaicos.

Na China, se a cabeça com chifres de Chen-nong, inventor da agricultura, pode evocar o boi ou o touro, a de Tch'e-yeu é relativa ao touro.

E Huang-ti opunha-se a ambos. O touro é um gênio do vento. Tch'e-yeu, de chifres e pés bovinos, opõe-se, graças ao vento (e à chuva), a Huang-ti, que o combate com dragões aquáticos, mas também com a seca. Tch'e-yeu é culpado de desordens cósmicas. Será vencido por Huang-ti, cujo emblema é a coruja.

O boi, antítese simbólica do touro, faz ressaltar essa complexidade, pois ele também é associado aos cultos agrários. Mas simbolizará o sacrifício da força fecundadora do touro, por contraste, pondo em maior destaque a unicidade deste. A supressão dessa força realça o seu valor, da mesma forma que a castidade enfatiza a importância da sexualidade.

O princípio ativo uraniano manifesta a sua violência, afirmando-se ou negando-se de um modo igualmente absoluto. Livre, ele é fecundo; sofreado, continente, indica, com a mesma nitidez, que sem ele nenhuma fecundidade, pelo menos na mesma ordem e no mesmo nível, é possível; é a contraprova de uma mesma verdade.

A sublimação da energia vital adquire uma fecundidade de uma outra ordem, a da vida espiritual. No simbolismo analítico de Jung, o sacrifício do touro "representa o desejo de uma vida do espirito que permitiria ao homem triunfar sobre as suas paixões animais primitivas e que, após uma cerimônia de iniciação, lhe daria a paz".

O touro é a força descontrolada sobre a qual uma pessoa evoluída tende a exercer o domínio. O gosto pelas touradas talvez se explique, aos olhos de certos psicanalistas, por esse desejo secreto e inconfesso de matar o animal interior; mas, produzir-se-ia uma espécie de substituição e o animal sacrificado no exterior dispensaria o sacrifício interior ou daria a ilusão, pela mediação do toureador, de uma vitória pessoal.

Certos psicanalistas também viram no touro a imagem do pai descontrolado, como um Urano, castrado pelo filho, Cronos. Outra forma do complexo de Édipo: matar o touro é suprimir o pai. Segundo a interpretação ético-biológica de Paul Diel, os touros, com sua força brutal, simbolizam a dominação perversa. "O seu bafo é a chama devastadora. O atributo de bronze acrescentado ao símbolo pé é uma imagem frequente na mitologia grega, servindo para caracterizar o estado de alma. Atribuídos aos touros, os pés de bronze simbolizam um traço marcante da tendência dominadora, da ferocidade e do endurecimento da alma".

Hefestos havia forjado dois touros vigorosos e violentos, de cascos de bronze, que sopravam fogo pelas narinas, e eram aparentemente indomáveis. Jasão tinha de, sem qualquer auxílio, sujeitá-los à servidão para poder conquistar o velo de ouro; essa condição significava que o herói teria de domar o ardor de suas paixões antes de apropriar-se deste símbolo da perfeição espiritual, isto é, que teria de sublimar os seus desejos instintivos.

 

 logomarca lamborghini

 

O touro como símbolo de automóveis

O símbolo comercial exibido no logotipo da Lamborghini simboliza o personagem do signo do zodíaco do fundador da marca: o Touro.

O amor de Ferruccio Lamborghini por touradas foi retratado no logotipo da marca e nos carros Lamborghini, e todos eles têm seus símbolos de touros famosos.

O touro dourado pronto para as touradas é representado no escudo preto com o título dourado escrito “Lamborghini” logo acima.

Os dois primeiros modelos de3 carros Lamborghini receberam nomes de códigos alfanuméricos, o 350GT e seu sucessor, o 400GT. Depois disso, todos os modelos posteriores foram homenagens a lendários touros espanhóis, como os ferozes touros Miura da Andaluzia, e o touro Murciélago que sobreviveu a 28 golpes de espada em uma tourada 1879. Outro exemplo é o touro Islero que matou o lendário toureiro Manolete.

 

simbolo capitalismo touro wall street

 

O touro como símbolo do capitalismo forte

A escultura Touro de Wall Street foi inspirado em outra obra, O Touro e o Urso, que está instalada em frente a bolsa de valores de Frankfurt, na Alemanha.

Este símbolo da cidade de Nova Iorque é alvo de protestos e manifestações contra o capitalismo, sendo alvo de críticas como a desigualdade social e de renda nos EUA.

Reza uma lenda urbana que passar a mão no bago do touro dourado atrai dinheiro. O touro fica ao lado da Wall Street, próximo ao Battery Park em frente ao Museu National American Indian.

  

Fonte: Livro Dicionário dos Símbolos, por Jean Chevalier e Alain Gheerbrant, editora J.O.

 

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Página atualizada na Agência EVEF em 17/03/2022 por Everton Ferretti